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lyrics

Ágape – Caso-me com o saber mesmo sem saber
Pampamparim param

Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param

Rimar? não!
prefiro multiplicar a expressão sonante da última sílaba, tónicas sílabas,
refiro multiplicação, bebendo vodka com silabas,
inspiração da ultima manga com óleo,
inspiro acrescento a sílaba do último fôlego de vida,
esta é amostra de uma compilação, calar perturbado,
sublime óscar, de uma complicação falar calado,
eutanásia toma a última refeição com o cantar masturbado ou sexo vocado,
Ágape eu imploro-te que violes a viola que o beat esta saciado, com sede,
Q.I desafia a ciência com paciência, qualquer dia verás a miragem,
com omnisciência, amo a Deus por se ter criado de acordo a minha imagem,
com omnipresença, a sua ausência no natal é presente,
olho-me ao espelho ao ver um Deus de acordo a sua imagem,
não durmo, fecho os olhos quando mostro a sua imagem,
como um, não sou um ser comum,
como o criador, também crio dor, através do harmonioso odor,
criação com aroma de parto, o horror ao terror,
Acão esporádica de um cão, raivoso, contagioso com furor,
Fura a dor, até microfones estão fartos de me ouvir rappar,
Reclamar, tanta intensidade no meu vocal,
Amo a musica de tal forma que nem mesmo a morte nos será capaz de separar,
Se eu parar, estarei num túmulo com um ipod a ouvir um som de Ágape sem parar,
Perco-me na minha própria mente ao pensar,
a criar uma nova desordem mundial,
Uma nova ordem num dialogo,
num nível paranormal para além do normal,
Pra norma estabeleço o que é normal,
ou antes não intendido, como norma pra futuros ouvidos;
Ágape está a escuta e limpa os ouvidos carnais,
Meu labirinto está escondido, no altar
e nele encontro o meu seguro lar,
Se não curtires tóu ma cagar,
no próximo segundo inseguramente hás-de copiar,
Insultos os meus fans e logo a seguir ensino-os a rapar,
reparem, falas mal de mim os fans matam-te com um gigantes apedrejar,
rapparem, é um risco pra ti, eu risco pra partir o lixo comercial,
desentupo ouvidos de cera, e será agora na primavera,
que underground se irá tornar música convencional,
estragas a dentadura da caveira, se comeres do meu ideal,
De maneira sobreviver desta doença sem cura hip-hop,
É comer-te o corpo ao avacalhar de brincadeira,
Com apenas uma simples tempestade num copo,
Batalhar apanhas tareia,
não me faças perder a cabeça,
tenho combustível suficiente para ir ao luar sem eira nem beira,
tenho a cabeça na lua…
Ágape, diz-me la, que tipo de música fazes tu meu?
Que cena é esta?
Hip-hop adulto contemporâneo…

Refrão:
Eu vou cantar, cantar pra ti
Eu vou rappar, rappar pra ti X 4


Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param
Pampamparim param, pampamparim param X 2

credits

from Ágape - caso​-​me com o saber mesmo sem saber, released January 19, 2015
Letras e Voz: Ágape
Produção: Iko

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