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lyrics

Calar perturbado

1º Verso – Ágape

Encostado num monte de papel, refletindo com a caneta,
Eu falo pela guitarra a voz de mim foi roubada, de silêncio!
Eu canto com cigarra,
Em paz cochilo na turbulência do incomodado mental stress alivia-me as preocupações,
Ah! Silêncio irrita-me os ouvidos, este calar de 0 watts está-me a quebrar os vidros,
A fome empanturra-me a vida, empata com ritmo da comida,
Falo para animais porque seres desumanos expressam-se em silêncio,
Não há quem reste nesta poluição, silenciosa nação animal, queixume com a vegetação,
Levito nas palavras hibernando a ignorância ou arrefecer a lava,
Num sonho com realidade…na realidade minha real idade está entranhada nas quatro idades
Não ao silêncio, poeta castrado sim, fertilidade.

O eufemismo faz sorrir e pensar não sei o que é, ah!
Talvez se trate de uma liberdade proibida,
Na verdade, meu passado de algum modo diz que as novas experiencias melhoram o prior da minha benignidade
Recuso viver sem morrer de mim este ser pagão que não,
gosta outro subúrbio a não ser babilónia,
e criar um ser cristão…

Tirei a ferradura do meus lábios,
passo a passo, laço a laço, invoco o ruido do encanto,
O espanto foi quando o surdo e o difundo ouviram a voz deste canto,
Epopeia narrada para adormecer o justo,
Utopia, não vivida mais sentida interiormente de luto,
Tique-taque, tique-taque, tique-taque,
O tempo quando o barulho zangou-se e foi embora…

2º Verso – Ágape

Evitando o veneno da batida silenciosa,
corro o risco de ser afastado da hierarquia social,
Visto, por nada neste mundo trocaria o meu silencio,
amo o meu silencio, amo o meu silencio,

Nesta tristeza harmoniosa irónica, apaixono-me pela minha criatividade louca
Amo-te mais do que amo a mim próprio,
porque sei que és a fonte do meu rosto (fonte do meu rosto),
Sinto-me e situo-me longe do mundo, longe, longe, onde?…
Somente a minha imaginação pode espiar, mas hoje irá vaguear
Com o telescópio avançado dificulta-te a visão do monge bailar,

Este silêncio é tao agradável que dá-me aptidão de ouvir música,
Dá-me aptidão de ouvir música, lusa, o paladar da palavra é o sei o pecado,
O barulho antártico sentado a mesa com o demónio,
Deusa minha, arranco-te o coração para que oiça sua batida,
Talvez seja melhor assim para mais tarde não quebrar a vida,
Tais calada, mas sinto o respirar através da linguagem muda,
Quebrada as asas enquanto me elevava para o paraíso, o núcleo do pecado a escuta,
Eu a procura de palavras mágicas, dou de caras a uma vocabulários isotérico,
Nunca antes falado nem lido, sem querer o escrevo,
Mas certamente sem o ler, talvez se o fazer morrer do comum saber
Ressuscitando num túmulo de Nostradamos, não quero prever o meu futuro
No fim do túnel, eu vejo a morte sobre a palma daquela mulher cigana,
Repugnante é a ideia de abrir os olhos e saber que nunca mais sentirei aquilo que se chama música, no coração.

credits

from Ágape - caso​-​me com o saber mesmo sem saber, released January 19, 2015
Guitarra acústica - Guill Guerra

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